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sábado, 12 de maio de 2012

A HISTORIA DA BANDA CASA DAS MAQUINAS


Casa das Máquinas


Casa das MáquinasA banda paulistana Casa das Máquinas está de volta. O grupo, que esteve na ativa entre 1973 e 1978, retornará no dia 3 para uma apresentação na segunda edição do festival Psicodália. O evento, voltado para o rock psicodélico e para a cultura hippie (com direito a oficinas artísticas e ambientais, além de exibições de teatro e vídeo) será realizado entre 2 e 5 de fevereiro, na Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina.
- Para nós é ótimo retornar num evento voltado para um lado mais simples da vida - diz o fundador da banda, o baterista Luiz Franco Thomaz, mais conhecido como Netinho, que também integra, desde os anos 60, uma das mais longevas formações do rock nacional, Os Incríveis.
O Casa das Máquinas volta à ativa com dois bateristas, Netinho e seu irmão Marinho, que integrou a banda em 1975. Além deles, o grupo inclui outro músico que fez parte da banda na mesma época, o tecladista Mario Testoni. Completam a formação o guitarrista paulistano (e jazzista) Faiska e, no baixo e nos vocais, Andria Busic, da banda de hard rock Dr. Sin.

Popular, mas sem sucesso

Apesar de ter sido popular entre roqueiros nos anos 70, o Casa das Máquinas não chegou a ser um grande sucesso. Seus hits foram a balada progressiva Vou morar no ar (1975) e o rock'n'roll Casa de rock (1976). A discografia do Casa das Máquinas - que já foi toda reeditada em CD - tem como grande característica o fato de cada álbum seguir um estilo diferente. Casa das máquinas (1974) é mais pop; Lar de maravilhas (1975) é um disco de rock progressivo; já Casa de rock (1976) é totalmente hard.
- No primeiro disco, o som era mais pop porque a fórmula que eu tinha era a dos Incríveis, e era o que eu estava acostumado a fazer. Mas não era bem aquilo que a gente queria. No segundo disco, o Testoni entrou e levou a banda para o som progressivo. O terceiro álbum foi de rock'n'roll, porque saíram vários integrantes e o Piska (guitarrista) passou a ter mais espaço - relembra Netinho.
O baterista conta que, mesmo com as dificuldades enfrentadas por quem abraçava o rock nos anos 70, a banda fazia extensas turnês.
- Não havia empresários de rock na época, e eu sentia uma grande dificuldade de vender a banda. Mas a gente trabalhava de quinta a domingo. Nas turnês, alugávamos ginásios, íamos em madeireiras para comprar material para os cenários e depois caíamos na estrada de novo. - conta Netinho, garantindo que o grupo passou a gerar lucro, apesar dos problemas e da estrutura que a banda queria montar. - Em 1974 a gente tinha 18 pessoas na nossa equipe. A Rita Lee, que surgiu solo pouco depois, tinha quatro ou cinco funcionários.
Netinho garante que muitos fãs pediam a volta do grupo há bastante tempo. O baterista chegou a pensar em reunir a formação original - que contava com ele, Piska, Aroldo Binda (guitarra e vocal), Carlos Geraldo (baixo e vocal) e Pique Riverti (sax e teclados). O problema seria trazer de volta Aroldo, que vive nos Estados Unidos, onde trabalha como roadie. Já Piska, hoje dono de uma produtora, foi para um caminho diferente da proposta da banda: dedica-se a compor hits para artistas como KLB e Zezé di Camargo & Luciano.
- Seria difícil reunir todo esse pessoal - afirma Netinho, que, ainda assim, compôs uma meia dúzia de músicas novas logo que pensou em voltar com o grupo, no ano passado. - Pouco depois, apareceu o convite do Psicodália e eu resolvi aceitá-lo mesmo sem ter a banda formada. Só decidimos o time que vai para o show há dois dias. Estou muito feliz por ter o Andria e o Faíska, que é um guitarrista muito maduro.
O jornalista Bento Araújo, que faz o Poeira Zine, fanzine dedicado ao rock dos anos 70, afirma não gostar de bandas que voltam. Mas acha interessante que o Casa das Máquinas retorne, pelo menos para o festival.
- Vai ser muito bom para a molecada conhecer, e também para quem já curte o som deles. O Casa é uma banda representativa de uma época maldita do rock nacional - afirma.

o triste fim


O Casa das Máquinas terminou em 1978 após um incidente até hoje não explicado. A banda teria se envolvido numa briga, durante a qual morreu um cinegrafista da TV Record.
- Eu estava fora do Brasil nesse dia e, quando voltei, a banda tinha acabado - espanta-se ainda Netinho. - Nunca entendi isso. Nem sei se essa briga realmente aconteceu, porque nenhum integrante diz que participou de nada.
O baterista garante que, no show novo, os fãs do Casa podem esperar um som mais progressivo e elaborado, como o do segundo álbum. (mais informaçoes sobre este fato logo mais abaixo)






Primeiro disco do grande Casa das Máquinas. O Casa, assim como várias bandas brasileiras de rock progressivo dos anos 70, é bastante cultuado no exterior, tamanha a sua qualidade musical.
Estão neste disco: Netinho (bateria), Simbas (vocal), João Alberto (baixo), Pisca (guitarra) e Marinho (piano e minimoog).

Faixas:
1. A natureza
2. Tudo porque eu te amo
3. Mundo de paz
4. Quero que você me diga
5. Canto livre
6. Trem da verdade
7. Preciso lhe ouvir
8. Cantem esse som com a gente
9. Domingo a tarde
10. Sanduíche de queijo



Lar das Maravilhas (1975)

Lar de Maravilhas foi o segundo álbum da banda brasileira Casa das Máquinas. Considerado um dos melhores discos de rock progressivo do rock brasileiro, comparado com o primeiro LP da banda, Casa das Máquinas, esta obra trazia uma grande evolução no estilo musical do grupo. Pique havia deixado o grupo, e em seu lugar foi convocado um virtuoso tecladista chamado Mario Testoni Jr., que Netinho havia conhecido num ensaio da banda de seu irmão Marinho Thomaz, que também entrou para a banda.
Faixas:
1. Vou Morar no Ar
2. Lar de Maravilhas
3. Liberdade Espacial
4. Astralização
5. Cilindro Cônico
6. Vale Verde
7. Raios de Lua
8. Epidemia de Rock
9. O Sol / Reflexo Ativo

Casa de Rock (1976)

Casa de Rock foi o terceiro disco da banda. Um pouco diferente do disco anterior esse era mas voltado a raízes mais Rock and roll. Trazendo o grande sucesso da banda a música de título Casa de Rock, destaque também para Dr Medo e as belas baladas de Certo Sim Seu Errado, Mania de Ser e Lei do Sonho de um Vagabundo.
Faixas:
1. Casa de Rock
2. Pra Cabeça
3. Certo Sim Seu Errado
4. Stress
5. Londres
6. Dr Medo
7. Mania de Ser
8. Lei do Sonho de um Vagabundo
9. Essa é a Vida
10. Eu Queria Ser

Ensaio 2007


01. Vale Verde
02. Dr. Medo
03. Lar de Maravilhas
04. Casa de Rock
05. Pra Cabeça
06. Vou Morar no Ar






ENTREVISTA EXCLUSIVA COM NETINHO(BATERISTA E UM DOS FUNDADORES DA BANDA CASA DAS MÁQUINAS.

    
                                                      

Netinho na Luta

Uma das lendárias e heróicas bandas brasileiras dos anos 70 está de volta. Numa época em que fazer rock de verdade no Brasil era um péssimo negócio (gravar já era difícil; tocar no rádio, praticamente impossível) o Casa das Máquinas lançou três LP e emplacou alguns sucessos. "Casa de Rock", por exemplo, virou uma espécie de hino. E isso numa década que culminaria com a explosão da "disco music", afastando cada vez mais os roqueiros da mídia. O chefe da casa era o baterista Netinho, que vinha dos Incríveis. Quem o imaginava como um músico nostálgico, preso à Jovem Guarda, teve uma surpresa. A evolução do Casa foi notável, partindo de um pop bem produzido, passando pelo progressivo e chegando à linha de frente do rock básico, onde já estavam Made in Brazil e Bixo da Seda.
A volta do Casa das Máquinas começou a nascer em dezembro de 2003. Netinho remontou o grupo para uma apresentação única em Matão, no interior de São Paulo. A resposta do público foi melhor do que a esperada, cantando as músicas, pedindo autógrafos e vestindo camisetas com o nome da banda. Mas o retorno definitivo só agora está acontecendo. A atual formação do Casa traz novamente Netinho e seu irmão Marinho Thomaz na bateria e Mario Testoni Jr. nos teclados. Na guitarra está Sandro Haick, filho de Netinho, que também tocou na última formação dos Incríveis. As novidades são o baixista e vocalista Andria Busic (Dr. Sin) e o cantor Nando Fernandes (Rádio Show, Cavalo Vapor, Hangar) para fechar um supertime de roqueiros da nova e da velha geração. O novo Casa promete. Vem aí um CD com participação de ex-integrantes como Piska, Aroldo, Carlos Geraldo e também alguns convidados especiais. A gravação será no sistema analógico, no estúdio Mosh, com produção conjunta de Netinho, Sandro Haick e Osvaldo Malagutti (dos Pholhas). Nesta entrevista - em que se conversou sobre tudo um pouco, inclusive Incríveis e Originals - Netinho mostra muita vontade de ousar com o Casa das Máquinas. Diz que "nem pensa em comércio" e que o disco terá músicas de "sete, oito, dez minutos" e até uma faixa com três baterias, violinos e trompas.

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casa das maquinas fonte wikipedia  e logo abaixo entrevista com simbas o polemico ex casa


                         CASA DAS MQUINAS NO WIKIPEDIA
Casa das Máquinas é uma da banda brasileira de Rock and Roll. Fundada em 1973, gravou três álbuns pela gravadora Som Livre até terminar em 1978. Em 2007 retornou aos palcos no festival Psicodália e está em atividade desde então. Suas principais músicas são Vou Morar no Ar e Casa de Rock.
                                                                         historia
A banda começou quando José Aroldo Binda (Aroldo) e Luiz Franco Thomaz (Netinho), dois ex-integrantes da banda Os Incríveis, juntaram-se a Carlos Roberto Piazzoli conhecido como Pisca , Carlos Geraldo Carge, ex-integrante da banda Som Beat, que tocava baixo e guitarra, e Pique, ex-integrante da banda de Roberto Carlos que tocava órgão, piano, saxofone e flauta. No começo ficaram conhecidos como "os novos Íncríveis", fazendo shows por todo o Brasil. Seu repertório incluia músicas de Elvis Presley, Paul Anka, Chubby Checker, Neil Sedaka, entre outros. Nas apresentações vestiam figurinos, se maquiavam e davam grandes performaces teatrais no palco.
                                                                                o sucesso
Em 1974 entraram em estúdio e gravaram seu primeiro LP, intitulado Casa das Máquinas. Neste primeiro disco a banda seguiu um padrão mais hard rock, que lembrava muito o estilo dos Incríveis.
Com a saída de Pique, logo depois da gravação desse disco, a vaga se abriu para um virtuoso tecladista da época, Mario Testoni Jr., que trouxe Marinho Thomaz (bateria), irmão de Netinho. Ambos deram um grande vigor para a banda na época (foram uma das primeiras bandas de rock a usar dois bateristas[carece de fontes]). Entraram em estúdio e gravaram Lar de Maravilhas em 1975, onde foi adotado um estilo mais progressivo.
Nessa época Netinho conheceu um grande compositor, ainda menor de idade, chamado Catalau, que havia sido descoberto em 1976 por Pisca e Netinho. A primeira letra que fez foi "Rock que se cria". Compõs com a banda dois discos, Lar de Maravilhas (1975) e Casa de Rock (1976).


No disco seguinte ocorreram algumas modificações na formação: Carlos Geraldo e Aroldo saíram e o grupo passou a procurar por um vocalista e um baixista. Foi a vez de Simbas assumir os vocais principais; ex-vocalista do Mountry, banda de bailes e shows da época, Simbas trouxe para o grupo sua voz e seu estilo andrógino no palco. Netinho ofereceu o convite para Simbas logo que chegou de uma viagem a Londres, indicado por Caramês (jornalista da revista POP). Simbas ainda teria tido outra oferta de ser vocalista da banda Tutti Frutti, de Rita Lee, porém optou pela proposta de Netinho e ingressou no Casa das Máquinas. Entraram em estúdio e gravaram Casa de Rock, sem baixista. Pisca fez as linhas de baixo e só depois foi convidado João Alberto para assumir o posto de baixista.
Nessa mesma época o Casa conseguiu uma apresentação na TV Tupi, que não foi ao ar por causa da censura: Simbas teria vestido roupas chamativas e feito movimentos exóticos, e este teria sido o principal motivo. Mais tarde o vídeo estaria disponibilizado na internet. Agora seria a vez de Marinho Testoni deixar a banda: seu contrato acabou na época e ele recebeu uma boa proposta para integrar o grupo Pholhas. Seguindo o caminho a banda continuou sem tecladista fixo: Pisca, que era o gênio instrumental, tocava teclado em algumas musicas que não precisavam de guitarra, como "Vale verde" e "Mania de ser".


Entraram em estúdio e gravaram o videoclipe da música "Casa de Rock" que continha um cenário com máquinas e andaimes, lembrando mesmo o nome da banda, e publicado mais tarde no Fantástico, da TV Globo. Quase no fim da carreira fizeram um show em Santos em 1978 que foi gravado em uma fita cassete e depois pirateado para CD, uma das últimas apresentações do grupo, que depois ficaria parado até dezembro de 2003.
                                                                                   o fim
Casa das Máquinas, enquanto grupo, acabou em 1978, não por um motivo específico, mas por uma conjunção de fatores. Alguns motivos que podem ter causado o fim da banda foram os seguintes:
O mercado fonográfico iniciava o processo de "profissionalização", fechando as portas para aqueles artistas que na época tinham propostas com qualidade, porém que tinham retorno a longo prazo.
A disco music estava crescendo no Brasil, ocupando assim o espaço que antes eram terreno de bandas como o Casa das Máquinas.
A ditadura militar, já em fase de agonia, fazia questão de incomodar ao máximo, bandas como o Casa das Máquinas eram taxados como maconheiros, bichas, arruaceiros e marginais. Utilizavam diversos pretextos para impedir a banda de se apresentarem na TV.
Finalmente, houve o episódio da morte de um cinegrafista da TV Record, depois de uma briga que envolveu alguns membros do grupo. Segundo uma das versões do ocorrido, Simbas, que chegara aos estúdios da Record para se apresentar no programa de Raul Gil em um veículo dirigido por seu irmão, preferiu utilizar-se do portão dos fundos, em vez de entrar pela frente, onde estariam fãs. Enquanto Simbas descarregava seus equipamentos, um motorista de ônibus que encontrou o caminho da saída bloqueado teria começado uma briga, e ao retornar e tentar apartar foi impedido por um câmera da Record, com quem acabou trocando chutes e socos; posteriormente o câmera teria sido internado em um hospital e acabaria falecendo devido a uma perfuração causada por uma fratura de costela. Simbas teve de responder judicialmente, e, apesar de absolvido por homicídio, foi condenado por agressão.

Quando a banda acabou os integrantes tomaram os seguintes rumos: Simbas e Marinho Thomaz receberam o convite de Luiz Carlini para fazerem parte do Tutti Frutti, João Alberto seguiu Marinho Testoni para participar do Pholhas, Pisca permaneceu trabalhando como compositor e arranjador para outros nomes da música brasileira e Netinho retomou em sua antiga banda, Os Incríveis.
                                                                             Briga do Simbas entre Motorista de Onibus e Câmeraman da Record
                        versao popular dos fatos
Vestido de maneira extravagante, Simbas não se conteve diante dos gracejos que lhe dirigiam algumas pessoas naquela oportunidade. Irritado, partiu para a briga. Um cabo-man (“muito doente e que não poderia de forma alguma se envolver em brigas”) da Record levou a pior no incidente e morreu dias depois.
Netinho, que nem sequer estava presente no momento da briga, quase não podia sair às ruas. Por um ano e meio Netinho ficou afastado da vida artística, num sítio em Itapetininga, a 200km de São Paulo. Plantando e cuidando da família.

                                                                                                              a versao dos autos
O rebu todo começou na tarde de 18 de setembro de 1977, um sábado quando o Casa se preparava para uma apresentação na TV Record (SP). Momento antes do programa, na garagem da própria emissora, o carro de Simbas (Nivaldo Alves Hora) e um ônibus da Record bateram. O motorista João Luís da Silva Filho retirava da garagem um ônibus para gravações externas, auxiliado pelo Câmara Lucínio, que fazia sinais para orientar a movimentação do veículo. Na manobra, o ônibus esbarrou levemente num Opala, de onde saltaram os três músicos, reforçados pelo irmão de Simbas. Então, achando que o acidente fora proposital, Simbas passou a discutir e, depois a brigar com Lucínio de Faria, 35 anos, pai de cinco filhos. O grupo começou a agredir João Luís e Lucínio
.
Depois de ser espancado no pátio, o franzino Lucínio foi arrastado para um banheiro da emissora, onde continuou o massacre. Ao encerrar-se a surra, ainda recebeu a última ameaça do chefe da segurança da Record, Wadi Gragnani Dini: seria demitido se contasse à polícia sobre a briga na emissora. Espancado, Lucínio foi embora. Em casa, à noite, Lucínio exibiu os ferimentos ao filho Wilson, então com 12 anos, revelou o que ocorrera e explicou que não podia procurar nem a polícia e nem o hospital. Mas no dia seguinte a saúde piorou e ele precisou procurar o Hospital Bartira, em Santo André, onde 24 horas depois acabou falecendo, vítima de rompimento do fígado e duas costelas fraturadas.
Simbas alegou que foi agredido pelos funcionários da TV e apenas tratou de se defender. Pra isso, contou com a ajuda do guitarrista “Pisca” (Carlos Roberto Piazzoli), Sidney Giraldi e seu irmão menor, de 17 anos, (Nélson Leandro Horas).
Em março de 1983, as testemunhas não se apresentaram e o próprio Wilson (filho de Lucínio) negou que o pai tivesse contado que a agressão fora praticada pelos músicos. Além de explorar essa falha, a defesa dos réus jogou toda a responsabilidade pelos golpes mortais no irmão de Simbas, Nélson, que era menor na época.
Graças a falta de provas, a defesa conseguiu absolver Pisca e Sidney. Simbas, por homícido culposo, foi condenado a um ano de prisão, mas beneficiado com sursis por ser primário. Os três continuaram em liberdade.

                                                                  a volta do casa
A possibilidade do retorno da banda havia sido estudada há tempos, em dezembro de 2003. Netinho remontou a banda para uma apresentação única em Matão, interior de São Paulo, e a resposta do publico foi melhor que a banda esperava. Nessa formação contaram com Netinho, Marinho Testoni e Marinho Thomaz, e foram chamados Nando Fernandes vocais, Andria Busic (Dr. Sin)no baixo e Sandro Haick na guitarra.
O retorno concretizou-se no final de 2007. A banda prepara um novo álbum para 2008, trinta anos após seu antecessor. Além de canções inéditas dando sequência à carreira, contará com algumas regravações em novos arranjos.
Em janeiro de 2008 foram convidados para tocarem no Festival Psicodália de Carnaval, na Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina, com um público de 3000 pessoas e um repertório totalmente inédito. A formação que se apresentou festival em 3 de fevereiro de 2008 contou com Netinho, seu irmão Marinho Thomaz, Marinho Testoni, Andria Busic e Faiska.

                                                                                 Formação atual
                              Mário Franco Thomaz (Marinho) (1975-presente) - bateria e vocal.
                             João Luiz - (2010-presente) - vocal.
                              Leonardo Testoni (2010-presente)- guitarra.
                               Mário Testoni Jr. (1975-presente) - órgão, teclados e piano
                                  Fábio Cesar - (2010-presente) - baixo.

                                                                                                                                                             
 Discografia
   Estúdio
1974 - Casa das Máquinas
1975 - Lar de Maravilhas
1976 - Casa de Rock
[editar]Bootleg
1978 - Ao Vivo em Santos
    Coletânea
2000 - Pérolas
[editar]Demo
2008 - Ensaio 2007

 entrevista com Simbas, ex – vocalista da Casa das Máquinas.
creditos   Anderson Rangel
 central rock net  http://centralrocknet.com.br/index.php?news=24

Central Rock: Mesmo fora dos palcos você tem sido procurado pela mídia e faculdades para matérias. Como se sente com tanto reconhecimento? 


Simbas: Me sinto honrado por ser lembrado até hoje pelas pessoas que me procuram interessados por entrevistas ou participações em seus shows. Muito bom poder falar de uma época a qual eu vivenciei.



Central Rock: Há possibilidade de você voltar aos palcos com a Casa das Máquinas ou uma outra banda?


Simbas: A possibilidade sempre existe, mas, não é tão simples assim. Hoje existe muitos fatores que me faz pensar muito bem sobre um retorno aos palcos ou um revival.



Central Rock: Qual sua opinião sobre os revivals?


Simbas: Acho interessante essas reuniões. Poder reunir velhos amigos e reviver uma época a qual ficou marcada na história da musica brasileira.



Central Rock: Sobre suas performances na Virada Cultural 2007 e no mês (julho) do rock, o que tem a nos dizer?


Simbas: Foi uma honra muito grande ter participado da Virada ao lado de grandes amigos, bandas e músicos, Tutti Frutti, Serguei, Made in Brazil, Percy e tantos outros. Foi demais! Ainda participei de outras apresentações do show do Made no Dia Mundial do Rock. Eu me sinto privilegiado por ser convidado para essas apresentações, mas sempre escolho com quem e onde me apresentar.



Central Rock: O que você faz atualmente? 


Simbas: Eu continuo no meio musical, só que agora, por trás dos palcos. Trabalhando com produção de eventos, bandas, enfim. Uma área a qual eu me identifico muito.



Central Rock: Quais são as lembranças do tempo em que esteve nos palcos cantando?


Simbas: As melhores sem dúvida. Os grandes e bons shows, dos amigos. As coisas boas sempre marcam.



Central Rock: Ao fim desta entrevista o espaço é seu. 


Simbas: Valeu por esta entrevista, pelo convite, e abraço a todos os ouvintes (rádio) e leitores (revista) da Central Rádio Rock e a você Anderson Rangel.


              A Central Rock traz até você entrevista com esta lenda viva
Central Rock: Mesmo fora dos palcos você tem sido procurado pela mídia e faculdades para matérias. Como se sente com tanto reconhecimento? 
Simbas: Me sinto honrado por ser lembrado até hoje pelas pessoas que me procuram interessados por entrevistas ou participações em seus shows. Muito bom poder falar de uma época a qual eu vivenciei.

Central Rock: Há possibilidade de você voltar aos palcos com a Casa das Máquinas ou uma outra banda?
Simbas: A possibilidade sempre existe, mas, não é tão simples assim. Hoje existe muitos fatores que me faz pensar muito bem sobre um retorno aos palcos ou um revival.

Central Rock: Qual sua opinião sobre os revivals?
Simbas: Acho interessante essas reuniões. Poder reunir velhos amigos e reviver uma época a qual ficou marcada na história da musica brasileira.

Central Rock: Sobre suas performances na Virada Cultural 2007 e no mês (julho) do rock, o que tem a nos dizer?
Simbas: Foi uma honra muito grande ter participado da Virada ao lado de grandes amigos, bandas e músicos, Tutti Frutti, Serguei, Made in Brazil, Percy e tantos outros. Foi demais! Ainda participei de outras apresentações do show do Made no Dia Mundial do Rock. Eu me sinto privilegiado por ser convidado para essas apresentações, mas sempre escolho com quem e onde me apresentar.
Central Rock: O que você faz atualmente? 
Simbas: Eu continuo no meio musical, só que agora, por trás dos palcos. Trabalhando com produção de eventos, bandas, enfim. Uma área a qual eu me identifico muito.

Central Rock: Quais são as lembranças do tempo em que esteve nos palcos cantando?
Simbas: As melhores sem dúvida. Os grandes e bons shows, dos amigos. As coisas boas sempre marcam.

Central Rock: Ao fim desta entrevista o espaço é seu. 
Simbas: Valeu por esta entrevista, pelo convite, e abraço a todos os ouvintes (rádio) e leitores (revista) da Central Rádio Rock e a você Anderson Rangel.
 

     organazido por senhor desmanipulador