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quarta-feira, março 30, 2016

O COELHO

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COELHO
Os coelhos são mamíferos  lagomorfos da família dos leporídeos, em geral dos gêneros Oryctolagus e Sylvilagus. Caracterizam-se pela caudacurta, as orelhas e patas compridas. Esses pequenos mamíferos encontram-se facilmente em muitas regiões do planeta. O termo é utilizado para referir as espécies de oito géneros, incluindo o coelho-de-amami (Pentalagus), os coelho-americano|coelhos-americanos (Sylvilagus) e o coelho-pigmeu (Brachylagus). Alguns autores  incluem o género Caprolagus no grupo dos coelhos (coelho-asiático), mas a maioria classifica-o como pertencente às lebres. A espécie mais comum é a Oryctolagus cuniculus, ou coelho-europeu.
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O homem introduziu o coelho-europeu na Austrália. No passado, esse foi um episódio que perturbou o meio ambiente naquele país. O homem levou o coelho-europeu para o continente australiano no século XIX. Na Austrália, o coelho-europeu teve sua multiplicação em níveis dotados de insuspeita. O coelho-europeu se livrou dos predadores naturais. O coelho europeu foi convertido num animal que prejudicou economicamente aagricultura. A totalidade dos esforços para o controle da situação não tiveram utilidade. Mas um dia chegou a disseminação da mixomatose infecciosa. A mixomatose infecciosa é uma doença endêmica entre os coelhos brasileiros. Porém, o índice provável de fatalidade no coelho-europeu foi em 99% dos casos.
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As orelhas e pernas dos coelhos são compridas. Apesar disso, o tamanho das orelhas e das pernas dos coelhos é pequeno em relação ao daslebres verdadeiras. O comprimento das caudas dos coelhos é curta. Porém, os coelhos são animais que correm. Os dois gêneros a que pertencem os coelhos são o Oryctolagus e o SylvilagusOryctolagus é o gênero que representa o coelho europeu comum. Já, o Sylvilagus tem uma grande quantidade de espécies dos Estados Unidos. Ao gênero Sylvilagus pertence o tapiti ou coelho-do-mato brasileiro. A maioria de suas espécies é acostumada a iniciar abertura de galerias no subsolo. No subsolo, uma diversidade de gerações são sucedidas nos ninhos. O corpo do coelho também tem um tamanho sempre pequeno em relação ao das lebres.
De acordo com a classificação científica, os coelhos são pertencentes, ao reino Animalia, ao filo Chordata, ao subfilo Vertebrata, à classeMammalia, à ordem Lagomorpha, à família Leporidae
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Visão geral 


 
 
Trata-se de um animal chamado garizo coberto de pelo. As orelhas do coelho são compridas. O rabo do coelho é curto. Os coelhos não são andarilhos ou corredores como muitos animais quadrúpedes. Um coelho faz o movimento saltando com as pernas traseiras. O comprimento da patas traseiras é mais longo. A força das patas traseiras é maior do que a força das pernas dianteiras. O animal também é utilizador das pernas dianteiras durante o seu movimento. O coelho é utilizador das pernas dianteiras como asmãos são usadas pelos humanos para o salto de quatro. Quando um inimigo o persegue, o alcance da velocidade de coelho é de 55 km/h. A maioria dos menores de idade é dona de coelhos como animais de estimação. Nas lojas de animais são vendidos coelhos que passaram por domesticação. A criação de coelhos é destinada à venda de animais de estimaçãoCoelho-da-Pascoa.
distribuição geográfica dos coelhos existe na África, na Europa e em outras partes do mundo. Seu habitat são tocas que ficam nos campos. Ali os coelhos podem escolher o esconderijo dos filhotes. Os esconderijo dos filhotes é feito nos arbustos ou entre os capins altos. Em geral, o número de filhotes que nascem de uma fêmea são de quatro ou cinco. A fêmea pode parir três a quatro vezes anualmente. CoelhoDomestico
Existem grandes semelhanças entre coelhos e lebres. Por isso, coelhos e lebres se confundem muito. Algumas vezes se designam de maneira errada. O tamanho da maior parte dos coelhos é menor que o das lebres. Já, o comprimento das orelhas dos coelhos é mais curto. O reconhecimento dos animais pode ser feito na época em que nascem os filhotes. Primeiro, um coelho que nasceu a pouco tempo não é capaz de enxergar. Segundo, não é coberto de pelo. E, terceiro quase não pode fazer movimento. Uma lebre que nasceu a pouco tempo tem boa visão. A pelagem da lebre é dotada de beleza. A lebre pode fazer o salto em poucas horas depois de seu nascimento. Além disso, o tamanho e a forma dos ossos cranianos que o coelho tem, diferencia-se dos ossos cranianos que tem a lebre.
Coelhos e lebres são pertencentes à mesma ordem, Lagomorfa. O nome que se dá à essa ordem é derivada de duas palavras gregas que têm o significado de "forma de lebre". Para fazer o estudo de onde a ordem é colocada no reino animal, veja Classificação científica.
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Origem e história da domesticação 

Não é duvidoso ou controverso o fato de que a totalidade dos coelhos domésticos é formada por descendentes do coelho selvagem europeu (Lepus cuniculus). Basta compararmos e teremos uma visão de que eles não são apreciavelmente diferentes. Os coelhos e lebres não têm diferenças apreciáveis tanto nas suas formas, fisiologia ou hereditariedade. Todas essas diferenças apreciáveis não incluem o caráter calmo do doméstico e o arisco do selvagem. O fato que se conhece é que, se dermos liberdade aos coelhos domésticos nos campos, eles logo vão ser transformados em animais selvagens. Enquanto isso, se dermos prisão a certos filhotes de coelhos selvagens, eles vão se tranquilizar e terão facilidade de domesticação. Porém, os coelhos têm possibilidade de conservação a um fato muito propenso de retornar à vida selvagem. Não existe outro animal, exceto, talvez, o cachorro, durante o fato do homem ter domesticado, que tanto se transformou como os coelhos.coelho04 
Do coelho selvagem europeu, originou-se a obtenção de muitas raças diferentemente coloridas e pesadas. Dentre as raças de coelhos, os Gigantes de Flandres tiveram o alcance de um peso da ordem de 9 quilos. Essa medida de peso constitui a representação de 5 vezes superiores em relação ao peso do coelho selvagem. Além disso, o coelho foi profundamente modificado na cor do manto, na cor dos olhos e no comprimento do pelo e das orelhas. Já 2 600 anos antes da era cristã, de acordo com o que diz Charles Darwin, a referência dada porConfúcio, o grande sábio chinês, era o fato de que o coelho existia na China.Cute-rabbit_1920x1080 
A consideração da maior parte dos autores é de que o coelho se originou na península Ibérica, mais precisamente na Espanha. Apesar disso, o julgamento de outros autores é de que o seu berço é a África. Outros ainda, o sul da Europa. A opinião dos que têm como consideração de que a África é o berço do coelho, se refere à sua transferência para a Europa. Existem, aqueles que se espalham nas regiões montanhosas da ArábiaSíria e Palestina, um animal que se parece muito com o coelho: ele se chama "sphan". De maneira provável, isso tem levado os Fenícios a darem a denominação de "sphania". O termo "sphania" tem o significado de costa dos coelhos. A costa dos coelhos, atualmente Espanha, foi a região onde ocorreu o desembarque dos fenícios. A origem do nome Espanha vem do fato de que muitos desses animais foram encontrados pelos fenícios. Os fenícios, propriamente ditos, foram responsáveis pela confusão do coelho com aquele roedor do Oriente. Estrabão, o grande geógrafo grego também chamou de "Cuniculosa" a Hispânia. A menção dada por Estrabão se refere à rápida multiplicação dos os coelhos. Por causa disso, foram transformados em animais perigosos para os seus habitantes. 
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A afirmação dada por Plínio se refere à dispersão os coelhos, de Tarragona para as ilhas do mar Mediterrâneo e a grande reprodução deles na ilha Minorca. Por causa disso, houve o pedido feito pelos seus moradores ao Imperador Romano Augusto do envio de seus legionários para o combate desses pequenos animais perigosos. Das ilhas Baleares, de acordo com o que diz Ayala, a disseminação dos coelhos ocorreu pelos países mediterrâneos e, daí, pela Europa Central e do Norte. 
Na Inglaterra, de acordo com o que diz Brehn, os entusiastas da caça introduziram o coelho em 1309. Os antigos egípcios, gregoshindus e chineses já tiveram criação de coelhos de acordo com revelação feita nos documentos escritos nos séculos XVIII e XIX. Na China, o coelho é o símbolo da fecundidade. Naquele país, os chineses sacrificaram em 1 600 templosuma quantidade superior a 30 mil coelhos. Durante a primavera, o pedido feito pelos chineses aos deuses se referia à fecundidade da terra da mesma forma que esses animais. Já, nooutono, os chineses agradeceram pela produção feita pela terra.Cute-rabbit-standing-on-a-tree-stump_1920x1080 
Hoje em dia, os coelhos se espalham pela totalidade dos continentes. A sua grande capacidade de reprodução, ou seja, o fato de serem prolíficos é a mais importante característica que têm. A grande capacidade que têm de se reproduzirem tem reconhecimento a partir da mais alta antiguidade. A qualidade que torna um dos animais domésticos de maior perigo de descontrolar animais (se tiver um macho e uma fêmea). A cunicultura terá a possibilidade de alcance da imensidão de um número imenso. Quando os coelhos machos chegam à idade adulta tornam-se briguentos. Isso dificulta o seu controle. Os coelhos, como já mencionado, é originário da Europa.coelho 
Como o homem levou os coelhos para a Austrália, não se deram de encontro com inimigos naturais e sim clima de sol e variedade e abundância de alimentação. Na Austrália, ocorreu a rápida multiplicação dos coelhos em grande quantidade. Foram transformados em animais terrivelmente epidêmicos. A terrível praga dos coelhos foi um problema de calamidade pública até agora sem solução. Isso porque os coelhos prejudicaram muito a agricultura australiana. Foram responsáveis pela devastação das suas pastagens e plantações. Atualmente, calcula-se em 500 milhões o número de coelhos que existem na Austrália. 
A situação chegou a tal ponto em que a praga biológica dos coelhos invadiu a totalidade da Austrália. O homem construiu uma cerca de tela feita de arame de 2 metros de altura e com 2 240 km de extensão. Os australianos dividiram o país em ambas as partes. Uma delas os coelhos dominam. A totalidade dos métodos para combater e exterminar essa qualidade dos coelhos já tiveram várias tentativas. Porém os resultados não satisfizeram. Por serem prolíficos, foram transformados em animais perigosos na Austrália. O mesmo já está tendo início de ocorrência no sul da Argentina e do Chile 
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Características 

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Anatomia interna do coelho.
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pelagem dos coelhos selvagens é grossa e macia nas cores marrom (castanho) e cinza. O coelho doméstico pode nascer com coloração preteadaacastanhadaacinzentadabranqueada, ou ter apresentação dessascores que combinam entre si. O alcance do comprimento de um coelho selvagem adulto varia entre 20 e 35 cm e sua pesagem na balança varia entre um e 2,5 kg. Os coelhos a serem criados podem ter muita grandeza de tamanho e cuja pesagem seja superior a 2,5 kg. As fêmeas geralmente tem mais grandeza de tamanho do que os machos. A esperança de vida da maior parte dos coelhos é uma idade superior a quatro anos em estado selvagem. O motivo disso é que os coelhos selvagens são imensamente velozes para fugir dos inimigos. A maioria dos coelhos utilizados para criação, enquanto animais de estimação, têm como expectativa de vida uma idade que dura até dez anos.
Os olhos do coelho estão localizados nos lados direito e esquerdo da cabeça. Consequentemente, o animal pode ter a visão de objetos que se situam na parte traseira dele ou de ambos os lados melhor do que se estiverem à sua frente. Os coelhos podem fazer o movimento das orelhas compridas de uma vez ou separadamente, para a captação de sons, mesmo fracos, que vêm de qualquer lugar direcionado. Os coelhos também são dependentes do aguçamento de seu olfato para dar advertência do perigo. A aparência do coelho é a movimentação ininterrupta do nariz.Cilantro
Antigamente os biólogos classificavam os coelhos como roedores. Como os castorescamundongos e outros roedores, seus dentes têm boa adaptação para a roedura. Porém, em contrapartida dos roedores, seu par é de dentes menores no reverso dos dentes grandes dianteiros.
O comprimento da cauda do coelho é superior a 5 cm de comprimento e tem cobertura de pelo macio e fofo que lhe dá uma aparência de globo. A cor da pelagem abaixo da cauda da maior parte das espécies de coelho é mais clara do que acima. Os coelhos-de-rabo-de-algodão que vivem nos Estados Unidos e no Canadá se chamam com esse nome porque a cor dos pelos é branca ou cinza-clara logo abaixo da cauda.

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segunda-feira, março 28, 2016

BIOGRAFIA ,LAERTE MORRONE

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Laerte Morrone
Laerte Morrone (São Paulo, 16 de julho de 1932 — São Paulo, 4 de abril de 2005) foi um ator brasileiro.
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Filho do escultor Luís Morrone e de uma pianista, começou jovem no teatro amador e tentou posteriormente ingressar na Escola de Arte Dramática, sem êxito.
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Depois de quatro anos na Europa, volta ao Brasil onde começa uma carreira de sucesso no teatro e depois na televisão, já nos anos setenta. Foi também o primeiro intérprete da personagem Garibaldo na versão brasileira de Vila Sésamo.
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Morrone faleceu no Hospital São Paulo, vítima de complicações pulmonares em decorrência de uma cirurgia de vesícula1 . Foi sepultado no Cemitério do Araçá.
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Laerte Morrone nasceu na cidade de São Paulo, em 16 de julho de 1932, filho da pianista Ignez Morrone e do escultor Luiz Morrone, que não concordava com sua vontade de se dedicar à carreira artística. Mesmo assim, começou a fazer teatro amador, mas foi reprovado ao tentar entrar para a Escola de Arte Dramática (EAD). Por isso, resolve passar quatro anos na Europa, onde acompanha o movimento teatral e, na volta, resolve dedicar-se totalmente ao teatro.
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Seu talento cômico rendeu-lhe elogios e chamou a atenção da crítica como na peça "El Grande de Coca-Cola" e "Orquestra de Senhoritas". Versátil, protagonizou uma bem-sucedida montagem de "Volpone", peça de Ben Jonson, direção de Antonio Abujamra, com quem atuaria ainda em "Crimes Delicados", de José Antonio de Souza.
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Ele considerava seu papel na peça "O Bebê Furioso", do espanhol Manuel Martinez Mediero, em montagem realizada em 1981, sob direção de Hugo Barreto, como sua primeira oportunidade, no teatro, de unir os aspectos dramático e cômico. Nesse espetáculo, ele vivia o bebê do título e a atriz Irene Stefânia interpretava sua mãe.
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Em televisão, atuou em novelas como "Elas por Elas", "Sassaricando" e "Que Rei Sou Eu?". Foi ainda o criador do primeiro Garibaldo, de "Vila Sésamo", sob direção de Ademar Guerra. Atuando na Secretaria Estadual do Menor, chegou a criar espetáculos com 1,3 mil crianças carentes, como "A Independência do Menor", apresentado no Museu do Ipiranga.
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Depois de muitos anos afastado dos palcos, voltou em 1994 atuando sob direção de Elvira Gentil na peça "O Montador", seu último trabalho no teatro.No dia 5 de abril de 2005, aos 72 anos, morreu no Hospital São Paulo, de complicações pulmonares, após uma cirurgia de vesícula.
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Carreira
Telenovelas e minisséries
1999 - Tiro e Queda - Alfredo (Rede Record)
1998 - Estrela de Fogo - Humberto (Rede Record)
1997 - O Desafio de Elias - Yel (Rede Record)
1997 - A Sétima Bala (Rede Record)
1997 - Os Ossos do Barão - Carlino (SBT)
1995 - Tocaia Grande - Barão de Itauçú (Rede Manchete)
1990 - Brasileiras e Brasileiros - Coriolano (SBT)
1990 - Gente Fina - Agenor
1989 - Que Rei Sou Eu? - Gérard Laugier
1987 - Bronco - Carlos Augusto Oswaldo
1987 - Sassaricando - Aprígio
1985 - A Gata Comeu - Vitório
1983 - Pão Pão, Beijo Beijo - Giggio
1982 - Elas por Elas - Roberto
1980 - Plumas e Paetês - Padre
1980 - Chega Mais - Valdomiro
1979 - Marron Glacé - Valdomiro
1978 - Salário Mínimo - (TV Tupi)
1976 - O Julgamento - Frei Pontes (TV Tupi)
1976 - Xeque-Mate - Conde Aqua Santiera (TV Tupi)
1975 - Vila do Arco - Simão Bacamarte (TV Tupi)
1975 - O Sheik de Ipanema - Rocão (TV Tupi)
1972 - Vila Sésamo - Garibaldo (TV Globo/TV Cultura)
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Filmes
Ifigênia dá tudo que tem (1975)
Seara Vermelha (1964)
Tico-Tico no Fubá (1952)
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Teatro                             
1969 - Hair
1956- Dias Felizes, de Claude-André Puget, direção de José Renato
1956- Vestir os Nus, de Luigi Pirandello, direção de Maria Cândida Teixeira
1958- Diálogo das Carmelitas, de Georges Bernanos, direção de Maria Cândida Teixeira
1959- Dr. Knock, de JUles Romains, direção de Maria Cândida Teixeira
1959- O Soldado Tanaka, de Georg Kaiser, direção de Sergio Cardoso
1959- Pic-Nic, de William Inge, direção de Antunes Filho
1959- Sexy, de Vicente Catalano, direção de Sergio Cardoso
1959- Via Sacra, de Henry Gheon, direção de Maria Cândida Teixeira
1960- Mãe Coragem e Seus Filhos, de Bertold Brecht, direção de Alberto D'Aversa
1961- O Bezerro de Ouro, de Abílio Pereira de Almeida, direção de Egídio Eccio
1962- Yerma, de Federico Garcia Lorca, direção de Antunes Filho
1964- O Julgamento de Tião, de Edgar Gurgel Aranha, direção de Mario Kuperman
1965- O Relatório de Kinsey, direção de Alberto D'Aversa
1967- Marat/Sade, de Peter Weiss, direção de Ademar Guerra
1967- Os Carecentes, de Eudinyr Fraga, direção de Walmor Chagas
1969- Hair, de Gerome Ragni e James Rado, direção de Ademar Guerra
1971- Hans Staden no País da Antropofagia, de Francisco Pereira da Silva, direção de Osmar Rodrigues Cruz
1972- A Capital Federal, de Artur Azevedo, direção de Flávio Rangel
1973- El Grande de Coca-Cola, direção de Luis Sérgio Person
1974- Orquestra de Senhoritas, direção de Luis Sérgio Person
1976- Cordel 76, com direção de Ewerton de Castro
1977- Crimes Delicados, de de José Antônio de Souza, direção de Antonio Abujamra
1977- Volponede Ben Jonson, direção de Antonio Abujamra
1978- Casal Classe Média, Televisão Quebrada, de Armando Chulak e Sérgio Cecco, direção de Antonio Abujamra
1981- O Bebê Furioso, de Manuel Martinez Mediero, direção de Hugo Barreto
1981- A Ideia Fixa, texto e direção de Norberto Conti
1982- O Suicídio, de Nikolai Erdman, direção de Paulo Mamede
1986- Doce Privacidade, de Noel Coward, direção de Emilio Di Biasi
1988- Gata por Lebre, de Bricaire e Laygnes, direção de Kiko Jaess
1994- O Montador, de Adir de Lima e Décio Gentil, direção de Elvira Gentil
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