Marcadores

quarta-feira, abril 30, 2014

A ARCA DA ALIANÇA


Arca da Aliança

A Arca da Aliança(hebraico:ארון הברית aróhn hab·beríth; grego: ki·bo·tós tes di·a·thé·kes") é descrita na Bíblia como o objeto em que as tábuas dos Dez mandamentos e outros objetos sagrados teriam sido guardadas, como também veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido. Foi utilizada pelos hebreus até seu desaparecimento, que segundo especulações, ocorreu na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor. Segundo o livro de II Macabeus, o profeta Jeremias foi o responsável por escondê-la.

Origem 

Segundo o livro do Êxodo, a montagem da Arca foi orientada por Moisés, que por instruções divinas indicou seu tamanho e forma. Nela foram guardadas as duas tábuas da lei; a vara de Aarão; e um vaso do maná. Estas três coisas representavam a aliança de Deus com o povo de Israel. Para judeus e prosélitos a Arca não era só uma representação, mas a própria presença de Deus.

Construção 

A Bíblia descreve no livro de Êxodo (Êx 25:10 a 22) a Arca da Aliança da seguinte forma: caixa e tampa de madeira de acácia, com 2 côvados e meio de comprimento (um metro e onze centímetros ou 111 cm), e um côvado e meio de largura e altura (66,6 cm). Cobriu-se de ouro puro por dentro e por fora, com uma bordadura de ouro ao redor. - (Êxodo 25:10 a 16)
Para seu transporte, necessário para um povo ainda nômade (nómada), foram colocadas quatro argolas de ouro nas laterais, onde foram transpassados varas de acácia recobertas de ouro. Assim, o objeto podia ser carregado pelo meio do povo.
Sobre a tampa, chamada Propiciatório "o Kapporeth", foi esculpida uma peça em ouro, formada por dois querubins ajoelhados de frente um para o outro, cujas asas esticadas para frente tocavam-se na extremidade, formando um arco, de modo defensor e protetor. Eles se curvavam em direção à tampa em atitude de adoração (Êxodo 25:10-21; 37:7-9). Segundo relato do verso 22, Deus se fazia presente no propiciatório no meio dos dois Querubins de ouro em uma presença misteriosa que os Judeus chamavam Shekinah ou presença de Deus.

A Arca fazia parte do conjunto do Tabernáculo, com outras tantas especificações. Ela ficaria repousada sobre um altar, também de madeira, coberto de ouro, com uma coroa de ouro ao lado.
Somente os sacerdotes levitas poderiam transportar a tocar na arca, e apenas o sumo-sacerdote, uma vez por ano, no dia da expiação, quando a Luz de Shekiná se manifestava, entrava no santíssimo do templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente.
Outros relatos bíblicos se referem ao roubo da arca por outros povos inimigos de Israel (filisteus), que sofreram chagas e doenças enquanto tinham a arca em seu poder. Homens que a tocavam que não fossem levitas ou sacerdotes completamente puros morriam fulminados instantaneamente. Diante dessas terríveis doenças causadas pela presença da Arca do Senhor Deus de Israel, os filisteus se viram numa necessidade de se livrarem do objeto sagrado; então, a mandaram para a cidade de Gate, e logo após para Ecron, sendo sempre rejeitada, o que acarretou na sua devolução ao povo de Israel.

Função e simbologia 

A partir do momento em que as tábuas dos Dez Mandamentos, a Vara de Arão que floresceu (que não só floresceu mas que também brotou améndoas) e o pote de maná escondido foram repousadas no seu interior, a Arca é tratada como o objeto mais sagrado, como a própria representação de Deus na Terra. A Bíblia relata complexos rituais para se estar em sua presença dentro do Tabernáculo.
Segundo a Bíblia, Deus revelava-se como uma fumaça que se manifestava com sua shekiná (presença). Tocá-la era um ato tolo, pois quem a tocasse seria morto, razão pela qual existiam varas para seu transporte.

A Arca como instrumento de guerra 

A Arca representava o próprio Deus entre os homens. A crença de Sua presença ativa fez com que os hebreus, por várias vezes, carregassem o objeto à frente de seus exércitos nas batalhas realizadas durante a conquista de Canaã. Segundo a Bíblia, a presença da Arca era suficiente para que pequenos contingentes hebreus aniquilassem exércitos cananeus inteiros.[carece de fontes] Mas quando dispensavam-na, sofriam derrotas desastrosas.
Ainda restava o assentamento das sete Tribos de Israel na Terra de Canaã para que a conquista estivesse completa, quando Josué determinou a construção de um Tabernáculo permanente na cidade de Siló, onde a Arca ficaria protegida.

A captura da Arca pelos Filisteus e seu retorno 

Nos últimos anos do período dos Juízes de Israel, a Arca da Aliança era guardada pelo sacerdote Eli, e seus filhos Hofni e Finéias. O profeta Samuel, ainda jovem, recebeu uma revelação divina condenando os mesmos ao julgamento, devido a crimes cometidos.
Neste tempo, segundo o relato bíblico, os filisteus invadiram a Palestina, vencendo o exército israelita próximo à localidade de Ebenézer. Estes, vendo-se em situação adversa, apelaram para a Arca, e a trouxeram de Siló. A maldição sobre Eli teria tido lugar, pois a Arca não surtiu efeito na batalha: os israelitas foram derrotados, e o objeto capturado. Os filhos de Eli foram mortos, e este, ao saber da notícia, caiu de sua cadeira e morreu com o pescoço quebrado.
Os filisteus teriam tomado a Arca como despojo de guerra, e a levaram ao templo de Dagom, em Asdode. O relato bíblico conta que a simples presença do santuário naquele local foi o suficiente para que coisas estranhas ocorressem: por duas vezes, a cabeça da estátua de Dagom apareceu cortada. Em seguida, moléstias (hemorróidas, especificamente, além de um surto de ratos) teriam assolado a população de Asdode, inclusive príncipes e sacerdotes filisteus, o que fez com que a arca fosse transportada para Ecrom, outra cidade filistéia. Porém, a população local reagiu negativamente à sua presença, e a enviou de volta ao território de Israel numa carroça. O tempo de permanência da Arca na Filístia teria sido de sete meses.
A carroça, puxada por vacas, parou em Bete-Semes, onde foi recebida por um certo Josué (personagem diferente do Josué, comandante da Conquista de Canaã). Os bete-semitas, movidos pela curiosidade, olharam para o interior da Arca, e morreram instantaneamente fulminados. Em seguida, foi transportada para Quireate-Jearim, onde ficou aos cuidados de Eleazar por 20 anos.

A Arca em Jerusalém e o Templo de Salomão 

No início de seu reinado, Davi ordenou que a Arca fosse trazida para Jerusalém, onde ficaria guardada em uma tenda permanente no distrito chamado Cidade de Davi. Com o passar do tempo, Davi tomou consciência de que a Arca, símbolo da presença de Deus na Terra, habitava numa tenda, enquanto ele mesmo vivia em um palácio. Então começou a planejar e esquematizar a construção de um grande Templo. Entretanto, esta obra passou às mãos de seu filho Salomão.
No Templo, foi construído um recinto (chamado na Bíblia de "oráculo") de cedro, coberto de ouro e entalhes, dois enormes querubins de maneira à semelhança dos que havia na Arca, com um altar no centro onde ela repousaria. O ambiente passou a ser vedado aos cidadãos comuns, e somente os levitas e o próprio rei poderiam se colocar em presença do objeto sagrado.

Desaparecimento 
A Arca permaneceu como um dos elementos centrais do culto a Deus praticado pelos israelitas durante todo o período monárquico, embora poucas referências sejam feitas a ela entre os livros de Reis e Crônicas.
Em 586 a.C (Segunda invasão a Judá) (ou 609 a.C [Primeira invasão a Judá], segundo alguns estudiosos), Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu o reino de Judá e tomou a cidade de Jerusalém. O relato bíblico menciona um grande incêndio que teria destruído todo o templo. A Arca desaparece completamente da narrativa a partir desse ponto, e o próprio relato é vago quanto ao seu destino.
Para os católicos e judeus da diáspora, que se utilizam da Septuaginta, Escrituras Sagradas na versão grega dos LXX, o desaparecimento da Arca é narrado no livro de II Macabeus, não aceito pelos protestantes e por grande parte dos judeus que só aceitavam as escrituras em hebraico. Nessa situação o profeta Jeremias haveria mandado que levassem a Arca até o monte Nebo para ali a esconder em uma caverna (II MAC Cap. 2).

" O escrito mencionava também como o profeta, pela fé da revelação, havia desejado fazer-se acompanhar pela arca e pelo tabernáculo, quando subisse a montanha que subiu Moisés para contemplar a herança de Deus. No momento em que chegou, descobriu uma vasta caverna, na qual mandou depositar a arca, o tabernáculo e o altar dos perfumes; em seguida, tapou a entrada. Alguns daqueles que o haviam acompanhado voltaram para marcar o caminho com sinais, mas não puderam achá-lo. Quando Jeremias soube, repreendeu-os e disse-lhes que esse lugar ficaria desconhecido, até que Deus reunisse seu povo e usasse com ele de misericórdia. Então revelará o Senhor o que ele encerra e aparecerá a glória do Senhor como uma densa nuvem, semelhante à que apareceu sobre Moisés e quando Salomão rezou para que o templo recebesse uma consagração magnífica." (II Mac, 2, 4-7, Bíblia Ave-Maria).
Em uma das visões de João, ele relata ter visto a Arca do Concerto ou da Aliança no templo de Deus no céu. Sendo a arca de grande importância e detentora de objetos preciosos, Deus haveria levado a arca para um lugar onde nenhum ser humano tivesse acesso para destruí-la. O relato de João está em Apocalipse 11:19 "E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca do seu concerto foi vista no seu templo..."

 A busca pela Arca 

Não há certezas acerca de sua existência ou destruição. É possível que, antes de atear fogo ao Templo, os soldados de Nabucodonosor tenham tomado todos os objectos de valor (incluindo a arca coberta de ouro) e a levado como prémio pela conquista.
Uma vez em posse dos babilónicos, ela pode ter sido destruída para se obter o ouro, ou conservada como troféu. Babilónia também foi conquistada posteriormente por persas, macedónios, partos e outros tantos povos, e seus tesouros (incluindo possivelmente a Arca) podem ter tido incontáveis destinos.
De qualquer modo, ela tem sido um dos tesouros arqueológicos mais cobiçados pela humanidade, e inúmeras expedições à Mesopotâmia e à Palestina foram realizadas, sem sucesso. Existem hoje em vários museus réplicas da Arca baseadas nas descrições bíblicas, mas a verdadeira jamais foi encontrada.

O cineasta George Lucas inspirou-se na busca pela Arca para o roteiro de seu filme Raiders of the Lost Ark (intitulado Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida, no Brasil; Indiana Jones e os Salteadores da Arca Perdida, em Portugal).
Para a Igreja Ortodoxa Etíope, a Arca foi levada à Etiópia por Menelik I, filho do Rei Salomão e Makeda, a Rainha de Sabá. A Arca estaria guardada numa capela da Igreja de Santa Maria de Sião da cidade de Aksum, no norte da Etiópia, onde um único sacerdote pode vê-la. A narrativa dessa tradição etíope encontra-se no Kebra Negast, o Livro da Glória dos Reis da Etiópia.

terça-feira, abril 29, 2014

BIOGRAFIA,ABIGAIL BRESLIN(ATRIZ)

600full-abigail-breslin (19)
Abigail Breslin

Abigail Kathleen Breslin (Nova Iorque, 14 de Abril de 1996) é uma atriz norte-americana.
600full-abigail-breslin (21)
Biografia 
Abigail Breslin nasceu em Nova Iorque, filha de Kim, que administra sua carreira, e Michael Breslin, que trabalha com telecomunicações, programador e consultor.  Seus avós maternos, Catherine e Lynn Blecker, são de Nova Jersey, e agora vivem em Nova Iorque. Possui dois irmãos, Ryan e Spencer Breslin, que também são atores. Breslin vive em Nova Iorque com sua família. O nome Abigail foi inspirado na primeira-dama Abigail Adams.
600full-abigail-breslin (23)
Fez alguns de seus primeiros trabalhos logo aos três anos de idade gravando comerciais. Foi convidada para gravar o filme Sinais em 2002. 
Com apenas 10 anos de idade se tornou a mais jovem atriz a ser nomeada ao Oscar de Melhor Atriz (coadjuvante/secundária) pelo filme Pequena Miss Sunshine. Por isso, recebeu diversos papéis de destaque contracenando com artistas renomados como Ryan Reynolds em Definitely, Maybe; Catherine Zeta-Jones e Aaron Eckhart em Sem Reservas; Jodie Foster e Gerard Butler em Nim's Island; Cameron Diaz e Alec Baldwin em Uma Prova de Amor e com Bill Murray em Zombieland.
600full-abigail-breslin (24)
Em setembro de 2009, Breslin começou a filmar em Des Moines, Iowa como a personagem título do filme Janie Jones. “Não posso falar muito sobre, mas é um drama”, disse Breslin. “Tem algumas partes divertidas, mas a maior parte é drama.” O filme é sobre uma feira cheia de mistérios, e Breslin é uma das protagonistas.
Em fevereiro de 2010 estreiou no teatro da Broadway como Helen Keller na peça The Miracle Worker. (O Milagreiro).
600full-abigail-breslin (29)

Filmes 

AnoTítuloPapelNotas
2002SignsBo Hess
2004Raising HelenSarah Davis
The Princess Diaries 2: Royal Engagementgarota da parada, Carolina
KeaneKira Bedik
Chestnut: Hero of Central ParkRay
2005Family PlanNicole
2006Air BuddiesRosebud (voz)
Little Miss SunshineOlive Hoover
The Santa Clause 3: The Escape ClauseTrish
Imaginary FriendHally
The Ultimate GiftEmily
2007No ReservationsZoe Armstrong
2008Definitely, MaybeMaya Hayes
Nim's IslandNim Rusoe
Kit Kittredge: An American GirlKit Kittredge
2009My Sister's KeeperAnna Fitzgerald
ZombielandLittle Rock
2010Dear EleanorMax
2011RangoPriscilla
Janie JonesJanie Jones
New Year's EveHailey
2012Perfect SistersSandra
ZambeziaZoe
Virgin MaryMary
InnocenceBeckett
2013Final GirlVeronika
The CallCasey Welson
2014Ender's Game (filme)Valentine Wiggin
8
600full-abigail-breslin (31)

Televisão 

AnoTítuloPapelNotas
2002What I Like About YouJosie1 episódio - The Teddy Bear
HackKayla Adams1 episódio - Domestic Disturbance
2004Law & Order: Special Victims UnitPatty Branson1 episódio - Birthright
Navy NCIS: Naval Criminal Investigative ServiceSandy Watson1 episódio - See no Evil
2005Family PlanNicole Dobson2 episódios
2006Ghost Whisperer1 episódio - Melinda's First Ghost
Grey's AnatomyMegan Clover1 episódio - Sometimes a Fantasy
600full-abigail-breslin (32)
Prêmios e indicações 
Oscar
2007 - Melhor atriz (coadjuvante/secundária) - por Little Miss Sunshine (indicada)
BAFTA
2006 - Melhor atriz (coadjuvante/secundária) - por Little Miss Sunshine (indicada)
SAG Awards
2006 - Melhor performance de um elenco em filme - Little Miss Sunshine (venceu)
MTV Movie Awards
2006 - Melhor revelação - por Little Miss Sunshine (indicada)
Festival de Filmes Internacionais de Tóquio
2006 - Melhor atriz - por Little Miss Sunshine (venceu)
Phoenix Film Critics Society Awards
2006 - Melhor performance (coadjuvante/secundária) feminina - Little MissSunshine (venceu)
2006 - Elenco em grupo - por Little Miss Sunshine (venceu)
Young Artist Awards
2007 - Melhor performance em longa-metragem de atriz com 10 anos ou menos por Little Miss Sunshine (venceu)
Critics Choice Award
2007 - Melhor jovem atriz - Little Miss Sunshine (venceu)
600full-abigail-breslin (34)

ANUBIS(MITOLOGIA EGIPICIA)


Anúbis
Anúbis (em grego antigo: Ἄνουβις) é o nome dado pelos antigos gregos  ao deus com cabeça de chacal associado com a mumificação e a vida após a morte na mitologia egípcia. Na língua egípcia, Anúbis era conhecido como Inpu (também grafado Anup, Anpu e Ienpw).  A menção mais antiga a Anúbis está nos Textos das Pirâmides do Império Antigo, onde frequentemente é associado com o enterro do Faraó.  Na época, Anúbis era o deus dos mortos mais importante, porém foi substituído durante o Império Médio por Osíris.

Assume nomes ligados ao seu papel fúnebre, como Aquele que está sobre a sua montanha, que ressalta sua importância como protetor dos mortos e de suas tumbas, e o título Aquele que está no local do embalsamamento, associando-o com o processo de mumificação.3 Como muitas divindades egípcios, Anúbis assumiu diversos papeis em vários contextos, e nenhuma procissão pública no Egito era realizada sem uma representação de Anúbis marchando em seu início.

A esposa de Anúbis é a deusa Anput, seu aspecto feminino, e a sua filha é a deusa Kebechet.
Os egípcios acreditavam que no julgamento de um morto era pesado seu coração e a pena da verdade (tal pena pertencia à consorte de Anúbis, a deusa da verdade Maat). Caso o coração fosse mais pesado que a pena o defunto era comido por Ammit (um demônio cujo corpo seria composto por partes de um leão, hipopótamo e crocodilo) mas caso fosse mais leve a pessoa em questão poderia ter acesso ao paraíso ou a alma voltar ao corpo. Anubis era quem guiava a alma dos mortos no Além

Mumificação 

Osíris, após ser despedaçado pelo irmão, Seth, tem seu corpo embalsamado por Anúbis, tornando-o a primeira múmia, e fazendo com que se torne o deus do embalsamento. Os sacerdotes de Anúbis, chamados "stm", usavam máscaras de chacais durante os rituais de mumificação. Anúbis é uma das mais antigas divindades da mitologia egípcia e seu papel mudou à medida que os mitos amadureciam, passando de principal deus do mundo inferior a juiz dos mortos, depois que Osíris assumiu aquele papel. O papel funerário de Anúbis, é muito importante, pois depois da mumificação os egípcios acreditavam, que o coração era entregue ao Deus Anúbis, ele pesava-o em conjunto com a Pena da Verdade, se o coração fosse mais pesado que a pena, era pesado de maldade e Ammit, o Deus Leão, comia-o, mas se fosse leve de bondade, Anúbis levava-o num barco a atravessar o Rio Nilo para ir ter com o Deus Osiris, Deus da Morte e do Submundo, ao mundo dos mortos, para viver a "Vida depois da Morte"

Chacal 

A associação de Anúbis com chacais provavelmente se deve ao fato de estes perambularem pelos cemitérios. O Anúbis era pintado de preto, por ser escura a tonalidade dos corpos embalsamados. Apesar de muitas vezes identificado como "sab", o chacal, e não como "iwiw", o cachorro, ainda existe muita confusão sobre qual animal Anúbis era realmente. Alguns egiptólogos se referem ao "animal de Anúbis" para indicar a espécie desconhecida que ele representava. As cidades dedicadas a Anúbis eram conhecidas pelo grande número de múmias e até por cemitérios inteiros de cães.

 Família 

A sua mãe é Néftis, que durante uma briga com o marido Seth passou-se por Isis e teve relações com Osíris.
Anúbis é pai de Qeb-hwt, também conhecido como Kebechet. Em épocas mais tardias, Anúbis foi combinado com o deus grego Hermes,surgindo assim Hermanúbis.
- Capítulo dos Mortos, Livro de Maat

segunda-feira, abril 28, 2014

O QUE É UMA CHALANA?

15612200
Chalana

 
Chalana é uma espécie de embarcação, usada para a navegação nos rios pantaneiros entre Brasil e Bolívia, principalmente no rio Paraguai.
58_17

Ficaram famosas com a música "Chalana", de Mario Zan e Arlindo Pinto, interpretada por Almir Sater. É o principal meio de transporte nas regiões mais remotas do Pantanal, por ser uma embarcação de grande porte.
Ao contrário das gaiolas, que não têm divisões internas, as chalanas têm cabinas para os passageiros.
0000430_e5227aef91969c0f5920e0a688958414
Etimologia 

A palavra teria origem nórdica adotada por Portugal e daí chegou ao Brasil.
A palavra “chalana” vem do espanhol CHALANA, que vem do francês CHALAND, que vem do grego KHELÁNDION, "barco de fundo chato". Manteve esse significado ao longo de todo esse tempo.
chalana (2)

Como nome próprio, pode ter passado a ser usado na Península Ibérica a partir de atividades de um iniciador de família, seja no transporte fluvial, seja na construção dessas embarcações.
70153424

Jefferson Airplane(banda de rock)


Jefferson Airplane
Jefferson Airplane foi uma banda estado-unidense de rock psicadélico formada em São Francisco no verão de 1965, uma pioneira do movimento musical psicodélico. Várias encarnações posteriores do grupo original continuaram a tocar sob nomes diferentes, um reflexo do passar dos anos e da formação da banda. Foram eles Jefferson Starship, mais tarde somente Starship e posteriormente Jefferson Starship The Next Generation.
Suas canções mais famosas como Jefferson Aiplane são "Somebody to Love", de 1966, "White Rabbit", de 1967; como Starship são "Sara", de 1985, e "Nothing's Gonna Stop Us Now", de 1987.

Membros do 1960 da banda "O Jefferson Airplane," da esquerda, Jorma Kaukonen, Jack Casady, Paul Kantner, Marty Balin, e Spencer Dryden representar nos bastidores após a indução da banda no Rock and Roll Hall of Fame, em Nova York CAT Foto: JOE TABACCA
da formaçao de 1960 banda "O Jefferson Airplane," da esquerda, Jorma Kaukonen, Jack Casady, Paul Kantner, Marty Balin, e Spencer Dryden representar nos bastidores após a indução da banda no Rock and Roll Hall of Fame, em Nova York


                                         História
A banda foi formada na costa oeste dos Estados Unidos durante o verão de 1965 no que foi posteriormente considerado o estouro da cena folk de São Francisco. O cantor Marty Balin reuniu-se com o músico folk Paul Kantner, o guitarrista de blues Jorma Kaukonen, a vocalista de jazz e folk Signe Toly Anderson, o baterista Jerry Peloquin e o baixista Bob Harvey. A inspiração do grupo eram bandas como The Beatles, The Byrds e The Lovin' Spoonful.
Sua primeira aparição pública foi em 13 de agosto de 1965, no clube The Matrix em São Francisco. Peloquin era um músico experiente, cuja rejeição ao uso de drogas por parte dos outros membros da banda acabou o tirando da banda logo algumas semanas após o início do grupo. Skip Spence então o substituiu na bateria. A banda gradualmente desenvolveu um som mais elétrico que levou à substituição de Harvey por um amigo de infância de Kaukonen, Jack Casady, em outubro de 1965. No mesmo ano assinaram com a RCA Victor e gravaram o álbum lançado no ano seguinte, Jefferson Airplane Takes Off, bastante inspirado pela música folk.

No ano seguinte Spence foi substituído pelo baterista de jazz Spencer Dryden, e Anderson deu lugar à cantora Grace Slick, anteriormente do grupo The Great Society, também de São Francisco. Slick trouxe à banda sua poderosa voz contralto, bem combinado coma música psicadélica do grupo, como evidenciado em canções como "White Rabbit" (de sua autoria) e "Somebody to Love" (autoria de Darby Slick, do The Great Society).A transição para a notoriedade nacional começou com a aparição no Festival Pop de Monterey em junho de 1967. O festival levou bandas de diferentes cenas incluindo Nova Iorque, São Francisco, Los Angeles e Reino Unido, e a cobertura da televisão deu exposição internacional aos grupos. Tais bandas também participaram em diversos programas de televisão, como o The Ed Sullivan Show. A famosa aparição do Jefferson Airplane no programa televisivo de Ed Sullivan apresentando "White Rabbit" é notável pelo uso pioneiro do chroma key para simular a iluminação psicodélica das apresentações ao vivo da banda.

O grupo se manteve estável até 1970, tendo gravado mais cinco álbuns. O primeiro deles, Surrealistic Pillow (1967), incluía as canções clássicas "White Rabbit" (inspirada pela droga LSD, extremamente popular em São Francisco, em Bolero de Maurice Ravel e Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll) e "Somebody to Love". O nome do álbum foi sugerido por um dos produtores do álbum, Jerry Garcia, que mencionou que, de forma geral, o álbum era tão surrealista quanto um travesseiro. Garcia foi listado nos créditos do álbum como conselheiro espiritual.

Ainda em 1967, a banda mergulhou no acid rock com o álbum After Bathing at Baxter's, que continha grandes suites, demonstrando a qualidade de grupo com o rock psicodélico. Crown of Creation (1968) foi um álbum transitório, mais estruturado que o anterior. Inclui a canção "Lather" de Grace Slick, especulada ser para o baterista Spencer Dryden, com o qual supostamente teria um caso. No mesmo ano, o Jefferson Airplane lançou Bless Its Pointed Little Head, registrando uma apresentação ao vivo no The Fillmore. Em 1969 lançaram Volunteers, um álbum mais político, com destaque para as canções "We Can Be Together", "Good Shepherd" e "Wooden Ships". Esta última, que Paul Kartner escreveu juntamente com David Crosby e Stephen Stills, foi gravada tanto pelo Jefferson Airplane quanto por Crosby, Stills & Nash. Como ambas as bandas lançaram a canção no mesmo ano e foi escrita por membros de ambas as bandas, ambas as versões são consideradas como originais.


A banda se apresentou no Festival Woodstock em agosto de 1969. Em dezembro do mesmo ano apresentaram-se no concerto na estrada de Altamont na Califórnia. O concerto, liderado pelos The Rolling Stones, foi marcado pela forte violência, como o incidente Gimme Shelter, que levou à morte do adolescente negro Meredith Hunter, fatalmente agredido em frente ao palco pelos Hell Angels (que haviam sido contratados como seguranças) sob alegação de ter sacado um revólver durante a apresentação dos Stones.
Apesar da banda ter lançado seu maior álbum de compilação em 1970, The Worst of Jefferson Airplane, suas únicas novas canção naquele ano foram disponibilizadas no compacto Mexico. 

O lado A contava com críticas ao presidente Richard Nixon e suas ações para combater a entrada de maconha nos Estados Unidos. O lado B marcou o início de uma obsessão de Paul Kartner pela ficção científica, que ele iria explorar pelo resto da década.
Balin decidiu deixar a banda logo após o lançamento do compacto. Logo após Kantner e Slick demitiram Dryden do grupo. Lançaram então Bark em 1971 e Long John Silver em 1972. Ambos os álbuns foram lançados pelo selo da própria banda, Grunt, que continuou a ser distribuído pela RCA. O grupo substituiu Dryden por Joey Covington (que já havia participado no vocal do compacto Pretty as You Feel, de Bark). O legendário violinista Papa John Creach também reuniu à banda no início da década de 1970.


Durante esse tempo, Kaukonen e Casady começaram o projeto paralelo Hot Tuna, uma exploração do blues tradicional. Lançaram o álbum acústico Hot Tuna em 1970, e o elétrico First Pull Up-Then Pull Down no ano seguinte. Com o tempo, os dois músicos passaram a se dedicam mais ao novo projeto que ao Jefferson Airplane. Na canção "Third Week In The Chelsea" de Bark, Kaukonen detalha seus pensamentos em deixar a banda.
O segundo álbum ao vivo da banda foi Thirty Seconds Over Winterland (1973), e é lembrado por sua capa, um esquadrão de torradeiras voadoras. Em 1974, uma coleção de material restante foi lançado como Early Flight, o último álbum oficial do Jefferson Airplane.


 Jefferson Starship
Durante o período de transição no início dos anos 1970, Paul Kantner gravou Blows Against the Empire, um álbum conceitual contando com a presença de um grupo de músicos o qual ele chamou Jefferson Starship. Essa formação incluia músicos das bandas Crosby, Stills, Nash & Young (David Crosby e Graham Nash), Grateful Dead (Jerry Garcia, Bill Kreutzman e Mickey Hart) e outros remanescentes do Jefferson Airplane (Slick, Convigton e Casady). Em Blows Against the Empire, Kantner e Slick cantaram sobre um grupo de pessoas escapando da terra em uma espaçonave seqüestrada.
Kantner e Slick (com um grupo similar de músicos, mas sem os direitos autorais de Jefferson Starship) lançaram os álbuns Sunfighter (lançado em 1971 para celebrar o nascimento da China) e Baron von Tollbooth & The Chrome Nun (lançado em 1973). Ainda em 1973, Slick lançou Manhole, seu primeiro álbum solo.
Kantner é creditado pela descoberta do guitarrista adolescente Craig Chaquico durante essa época, que apareceu em Sunfighter e em outros trabalhos com Kantner e Slick. Posteriormente, Craig embarcou em careira solo de jazz.

Em 1973, com Kaukonen e Casady devotados ao Hot Tuna, os músicos da nova formação do Airplane reformularam-se como Jefferson Starship, em 1974. Kantner, Slick e Freiberg membros oficiais. A formação ainda incluía o baterista John Barbata, o violinista Papa John Creach (que já havia tocado com o Hot Tuna), Pete Sears e o guitarrista Craig Chaquico. Balin se juntou à banda durante as gravações do primeiro álbum, Dragon Fly. Sua única contribuição a essa nova fase foi na balada "Caroline", se mantendo com o grupo até o final da década. Essa formação se mostrou a mais bem sucedida da banda comercialmente, apesar de alguns dos fãs da bandas estarem infelizes com a nova direção da banda. A sofisticada balada "Miracles" de Balin, do álbum Red Octopus (1975) atingiu disco de platina. Os sucessores Spitfire (1976) e Earth (1978) também foram muito bem sucedidos.


O problema de alcoolismo de Slick tornou-se um problema para a banda, o que levou a duas noites desastrosas em concertos na Alemanha em 1978. Na primeira noite os fãs se revoltaram por Slick não ter conseguido se apresentar. Na noite seguinte, completamente bêbada, Slick chocou a audiência profanando e fazendo referências sexuais na maioria de suas canções. Ela ainda lembrou o público que seu país havia perdido a Segunda Guerra Mundial, perguntando repetidamente "Quem ganhou a guerra?", responsabilizando todos os alemães pelas atrocidades da guerra. Após esses ocorridos ela deixou a banda.
No final de 1978, agora sem Grace Slick, o Jefferson Stairship gravou Light the Sky on Fire para o seu álbum de compilações Gold. O álbum, que mostrava o trabalho da banda de 1974 à 1978, foi lançado no ano seguinte. Logo após o lançamento Balin deixou o grupo, sendo substituído pelo vocalista Mickey Thomas. O som de falsettos do novo vocalista levou o som da banda ao hard rock, levando a comparações com a banda Journey, o que foi potencializado pelo fato do antigo baterista do Journey, Aynsley Dunbar, ter substituído Barbata, que havia se envolvido em um acidente de carro.


Após o lançamento de 1979 Freedom at Point Zero (que lançou o grande hit "Jane"), Grace Slick voltou à banda, a tempo de contribuir com uma canção, "Stranger", no próximo álbum do grupo, Modern Times (1981). O álbum ainda contava com "Stairway to Cleveland", no qual a banda defende as inúmeras mudanças ocorridas em seu estilo musical, pessoal e até do nome. Slick se manteve com o grupo em seus últimos dois álbuns, Winds of Change (1982) e Nuclear Furniture (1984). Nessa época a banda começou a abraçar a era do rock pela televisão. Grace Slick apareceu frequentemente na MTV e programas de música como Solid Gold, dando à banda grande visibilidade na era MTV. Apesar disso, os dois últimos álbuns do Jefferson Stairship tiveram sucesso modesto.


  Starship
Em 1984, Kantner (o último membro remanescente da fundação do Jefferson Airplane) deixou a banda, mas não antes de tomas ações legais sobre o nome Jefferson contra os outros membros da banda, que gostariam de continuar com o nome Jefferson Stairship. Kantner ganhou a ação, e o nome da banda teve que ser reduzido para apenas Starship, marcando sua terceira encarnação. Freiberg, que estava bastante marginalizado, deixou a banda da mesma maneira.
No ano seguinte o Starship lançou Knee Deep in the Hoopla, que contava com grandes hits de topo de parada como "We Built This City" e "Sara". Nenhuma outra canção do Jefferson Airplane ou Jefferson Stairship havia atingido o topo das paradas anteriormente. O álbum, que atingiu disco de platina, ainda lançou outros dois singles Tomorrow Doesn't Matter Tonight e Before I Go.
Em 1987, "Nothing's Gonna Stop Us Now" estava presente no filme Mannequin, apesar de somente Slick, Thomas e Chaquico aparecerem no longa. A canção, feita por Slick, a tornou a cantora mais idosa a cantar um topo de parada da Billboard, aos 47 anos



. O recorde foi mantido até 1999, quando Cher estourou com "Believe" aos 53 anos. No ano seguinte, a canção "Wild Again" foi utilizada no filme Cocktail.
Na época do lançamento do álbum No Protection, o baixista Pete Sears deixou a banda, e em 1988 Grace Slick fez o mesmo. Ela estava descontente com a nova imagem pop do banda, jurando nunca mais se apresentar com eles novamente. A nova formação lançou Love Among the Cannibals em 1989, mas acabaram terminando o Starship no ano seguinte.Em novembro de 2007, a canção "We Built this City" foi escolhida como a pior de todos os tempos pela revista de rock americana Blender. 


Reuniões
As carreiras solo e participações em outras bandas se tornaram a rotina dos ex-integrantes. Em 1981, Marty Balin lançou um álbum solo homônimo, que contava com o hit "Hearts". Em contraste de seu rock revolucionário nos tempos do Jefferson Airplane, "Hearts" se mostrou um balada pop sem conteúdo.Em 1985, após sua saída do Jefferson Starship, Paul Kantner se reuniu com Balin e Jack Casady para formar o KBC Band, lançando somente um álbum homônimo. A banda ainda contava com o tecladista Tim Gorman (que já havia tocado com o The Who) e o guitarrista Slick Aguilar (que já havia tocado com a banda de David Crosby).
Com a reunião de Kantner com Balin e Casady, a KBC Band abriu portas para uma reunião completa do Jefferson Airplane. Em 1989, durante uma apresentação solo em São Francisco, Paul Kantner se reuniu com Grace Slick e dois outros ex-membros do Airplane para uma rápida aparição. Isso levou a uma reunião formal da banda, contando com quase todos os membros originals, como Balin, mas sem Spencer Dryden. Um álbum homônimo foi lançado pela Columbia Records com vendas modestas. A turnê seguinte foi muito bem sucedida, mas a reunião durou pouco.


Atualmente existem duas versões do Jefferson Starship: uma oficialmente chamda Starship featuring Mickey Thomas, e o Jefferson Starship (também chamado Jefferson Starship: The Next Generation ou ainda Jefferson Starship-TNG) com Kantner e Balin como líderes, e Diana Mangano substituindo Grace Slick como cantora. Essa última banda se apresenta frequentemente em concertos. Um 2005, o baixista David Freiberg reuniu-se com o grupo para a turnê Jefferson Family Galactic Reunion, e continuou em turnê com a banda pelo ano seguinte. Mangano é uma vocalista bastante expressiva e eficiente, o que captura o espírito original do Airplane. A formação atual ainda conta com o ex-tecladista do The Grateful Dead Tom Constanten.Jorma Kaukonen ainda se apresenta em turnês, frequentemente tocando por mais de cem apresentações acústicas solo por ano em casas noturnas dos Estados Unidos. Ocasinalmente Jack Casady o acompanha, se apresentando então sob o nome Hot Tuna.


 Integrantes

Integrantes em negrito indicam a formação original do Jefferson Airplane.

Jefferson Airplane
Marty Balin - vocal (1965-1970; 1974-1978)
Paul Kantner - guitarra (1965-1984)
Signe Toly Anderson - vocal (1965-1966)
Jerry Peloquin - bateria (1965)
Bob Harvey - baixo (1965)
Jorma Kaukonen - guitarra e vocal
Skip Spence - bateria (1965-1966)
Jack Casady - baixo (1965-1970)
Spencer Dryden - bateria (1966-1970)
Grace Slick - vocal (1966-1978; 1980-1988)
Joey Covington - bateria (1970-1974)
Papa John Creach - violino (1971-1990)
Jefferson Starship
John Barbata - bateria (1974-1990)
Pete Sears - baixo (1974-1987)
Craig Chaquico - guitarra (1974-1990)
Mickey Thomes - vocal (1978-1990)
Aynsley Dunbar - bateria (1978)


 Discografia

 Álbuns
Jefferson Airplane
Jefferson Airplane Takes Off (1966)
Surrealistic Pillow (1967)
After Bathing at Baxter's (1967)
Crown of Creation (1968)
Volunteers (1969)
Bless Its Pointed Little Head (1969) (ao vivo)
The Worst of Jefferson Airplane (1970)
Bark (1971)
Long John Silver (1972)
Thirty Seconds Over Winterland (1973) (ao vivo)
Early Flight (1974) (compilação de compactos, lados B e outras faixas)
Flight Log, 1966-1976 (1977) (compilação, inclui faixas do Jefferson Starship, Hot Tuna, e canções solo)
Time Machine (1984) (compilação)
2400 Fulton Street (1987) (compilação)
Jefferson Airplane (1989)
White Rabbit & Other Hits (1990) (compilação)
Jefferson Airplane Loves You (1991) (caixa com três CDs)
The Best of Jefferson Airplane (1993) (compilação)


Live at the Monterey Festival (1995) (gravação ao vivo da apresentação no Festival Pop de Monterey)
Journey: The Best of Jefferson Airplane (1996) (compilação)
Live at the Fillmore East (1998) (gravação ao vivo de 1968 da apresentação no Fillmore East em Nova Iorque)
The Roar of Jefferson Airplane (2001) (compilação)
Platinium & Gold Collection (2003) (compilação)
The Essential Jefferson Airplane (2005) (compilação)
Paul Kantner and the Jefferson Starship
Blows Against The Empire (1970)
Jefferson Starship
Dragon Fly (1974)
Red Octopus (1975)
Spitfire (1976)
Earth (1978)
Freedom at Point Zero (1979)
Gold (1979) (compilação)
Modern Times (1981)
Winds of Change (1982)
Nuclear Furniture (1984)
Jefferson Starship at Their Best (1993) (compilação)



Starship
Knee Deep in the Hoopla (1985)
No Protection (1987)
Love Among the Cannibals (1989)
Greatest Hits (Ten Years and Change 1979-1991) (1991) (compilação, inclui também trilhas de Jefferson Starship)
The Best of Starship (1993)
Jefferson Stairship: The Next Generation
Deep Space/Virgin Sky (1995) (ao vivo)
Miracles (1995) (ao vivo)
Windows of Heaven (1999)
Greatest Hits: Live at the Fillmore (1999) (ao vivo)
Across the Sea of Suns (2001) (ao vivo)
Extended Versions (2000) (ao vivo)
Across the Sea of Suns (2001) (ao vivo)



       Singles
Jefferson Airplane
"It's No Secret" (1966)
"Come Up the Years" (1966)
"Bringing Me Down" (1966)
"My Best Friend" (1967)
"Somebody to Love" (1967)
"White Rabbit" (1967)
"Ballad of You and Me and Pooneil" (1967)
"Watch Her Ride" (1967)
"Greasy Heart" (1968)
"Crown of Creation" (1968)
"Plastic Fantastic Lover" (1969)
"Volunteers" (1969)
"Have You Seen the Saucers?" (1970)
"Pretty as You Feel" (1971)
"Long John Silver" (1972)
"Twilight Double Leader" (1972)
Jefferson Starship
"Ride the Tiger" (1974)
"Caroline" (1974)
"Miracles" (1975)
"Play on Love" (1975)
"With Your Love" (1976)
"St. Charles" (1976)
"Count on Me" (1978)
"Runaway" (1978)
"Crazy Feelin"' (1978)
"Light the Sky on Fire" (1978)
"Jane" (1979)

"Girl With the Hungry Eyes" (1980)



"Rock Music" (1979)
"Find Your Way Back" (1981)
"Stranger" (1981)
"Save Your Love" (1981)
"Be My Lady" (1982)
"Winds of Change" (1983)
"Can't Finde Love" (1983)
"No Way Out" (1984)
"Layin' It on the Line" (1984)
Starship
"We Built This City" (1985)
"Sara" (1985)
"Tomorrow Doesn't Matter Tonight" (1986)
"Before I Go" (1986)
"Nothing's Gonna Stop Us Now" (1987)
"It's Not Over Til It's Over" (1987)
"Beat Patrol" (1987)
"Set the Night to Music" (1987)
"Wild Again" (1988)
"It's Not Enough" (1989)
"I Didn't Mean to Stay All Night" (1989)
"I'll Be There" (1989)
"Good Heart" (1991)
Jefferson Starship - The Next Generation
"Let Me Fly" (1998)